SINTECT/DF está com a Educação rumo à maior greve de todos os tempos

O SINTECT/DF apoia o DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA O FIM DA APOSENTADORIA E RUMO À GREVE GERAL, hoje, dia 15 de maio. O movimento de todos os trabalhadores da educação é também nosso, formadores de toda a classe trabalhadora do país. A adesão já é garantida por mais de 70 universidades de todo o país. Em Brasília, o ato unificado já começou, no Museu Nacional. A Universidade de Brasília (UnB) vai parar. Vamos todos juntos!

As retiradas não serão apenas para a nossa categoria, além desse ataque, temos que batalhar contra reformas incondizentes com a realidade do trabalhador brasileiro. Na educação, fundamental para o futuro do Brasil e dos nossos filhos, corre grandes riscos após o anúncio do governo federal de cortes nos recursos do segmento.

Mas não é somente o setor público que será afetado. O ensino na rede privada, que utiliza verba pública para manter as bolsas de estudo, pode ser vítima da redução dos recursos, mesmo o discurso do presidente alegar que as pesquisas se concentram nas universidades pagas.

Segundo o site da CUT, “um levantamento feito pela Research in Brazil, feito pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Nível Superior (CAPES), mostra que entre 2011 e 2016, mais de 95% das publicações cientificas referem-se às universidades públicas. No topo do ranking está a Universidade de São Paulo (USP), com 54.108 publicações, seguida da Universidade Estadual Paulista (UNESP) com 20.023; Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 17.279; e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com 16.203.”

Este e outros governos já declaram guerra à classe trabalhadora, demonstrando escancaradamente a vontade de vender o país, abrindo o capital de todas as empresas públicas e estatais, preocupados apenas com dinheiro e lucro.

Nós, como categoria atacada diariamente por ameaças de privatização e pelo sucateamento que já deixou de ser uma hipótese e está em andamento na empresa, não podemos deixar de fazer parte da grande mobilização nacional que está sendo plantada por todos os trabalhadores brasileiros. Esta é a hora de começarmos a agir ou vamos afundar junto às decisões desse governo que não se importa em nada com nenhuma categoria.

Ao contrário do que os ministros de Bolsonaro têm declarado, universidade não é para poucos. É para os carteiros, atendentes, operadores e suas famílias. É para o negro, pobre e o favelado. A educação pública é uma conquista e interfere em todas as classes.

Acompanhe no DF e em Goiás onde serão as mobilizações e participe. Vamos caminhar ao lado das outras categorias e somar forças contra os ataques do governo federal.

Brasília

Às 10h haverá um ato unificado no Museu Nacional.

. Universidade de Brasília

Goiás

Goiânia – ato às 15h na Praça Universitária

Anápolis – ato às 8h Praça do Ancião

Caldas Novas – ato às 16h, Praça Mestre Orlando

Ceres e Rialma – carreata a partir das 9h pelas ruas da duas cidades

Cidade de Goiás – ato às 8h no IFG. Às 16h, ato em frente ao Teatro São Joaquim

Formosa – concentração às 10h, na Praça Anísio Lobo

Goianésia – ato às 7h na Praça Nossa Senhora D’Abadia

Goiatuba – ato às 9h, na Praça das Bandeiras

Itapuranga – concentração e caminhada a partir das 8h em frente ao Colégio Cora Coralina.

Itumbiara – ato às 8h30 na praça São Sebastião com passeata pelas principais ruas da cidade

Jataí – ato às 9h na Praça Tenente Diomar Menezes

Luziânia – ato às 9h em frente à Igreja Matriz

Morrinhos – ato às 19h30 na UEG

São Luiz dos Montes Belos – ato às 17h na UEG

Trindade – debate sobre a reforma da previdência na sede da Regional do Sintego de Trindade, às 8h. Manifestação começa às 9h no Centro da cidade.

– Universidade Federal de Goiás

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