A realidade do Brasil e do mundo pautam o segundo dia do 34º Conrep

A guinada conservadora que o mundo deu desde a crise econômica do ano de 2008 e o crescimento da política de ultradireita foram alguns dos destaques da presidenta do SINTECT/DF, Amanda Corcino, na análise da conjuntura, hoje, durante o segundo dia do 34º Conrep, em Brasília.

 
Também durante o debate, os participantes criticaram a reforma trabalhista aprovada no Congresso Nacional, nesta semana, as demais reformas que extinguem os direitos dos trabalhadores e falta de legitimidade do governo federal, acusado por corrupção, mas que tenta, a todo custo, prejudicar o conjunto da classe trabalhadora em todo o país, e, assim, beneficiar os empresários interessados somente no lucro.

 
Perigo também nos Correios
Nos Correios, a situação é a mesma, de inseguranças e incertezas. Há estratégias sendo traçadas que visam a privatização. “A intenção da empresa de Correios é ficar mais atrativa para o mercado, assim, ações já estão sendo tomadas com o enxugamento da máquina, PDI ao longo dos anos, demissões motivadas. Também com o fechamento de agências próprias para abertura das franqueadas e com a CorreiosPar. A intenção da ECT é terceirizar a área de encomendas para baratear o custo da produção”, explicou a presidenta.

 
Porém, somente com a organização dos trabalhadores é possível impedir as demissões motivadas e a privatização dos Correios. A luta é por “fora Guilherme Campos” e também “fora Temer”, contra toda essa política de desmonte das empresas públicas e estatais do Brasil.

 

Foto: Heitor Lopes/FENTECT

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