Assembléia 13/06 todos à GREVE GERAL

No próximo dia 13 de junho, toda categoria de Correios do DF e do entorno está convocada para assembleia geral em frente ao edifício sede dos Correios, com primeira chamada às 18h30 e segunda chamada às 19 horas. O objetivo é deliberar sobre a nossa participação na Greve Geral Nacional convocada pelas centrais sindicais, movimentos sociais e populares, contra reforma da previdência e os graves ataques do governo Bolsonaro aos direitos trabalhistas, à educação e às empresas públicas ameaçadas de privatização.

No caso dos Correios, por exemplo, o último ato de sucateamento foi o anúncio de fechamento de 161 agências. Com isso, a empresa deu a opção aos trabalhadores de aderirem ao um PDV sórdido, na contramão das necessidades da empresa e dos clientes.

Não há mais tempo a perder, essa é a hora de juntarmos nossas forças e partir para o contra-ataque com uma coesa mobilização em oposição à privatização da empresa, pela manutenção de nossos empregos e direitos, duramente conquistados ao longo de anos e que agora o governo quer retirar de uma só vez.

O sucateamento vem sendo implementado a toque de caixa, em uma velocidade assustadora: DDA, extinção de cargos, substituição de funcionários concursados por mão de obra terceirizada, fechamento de agências (só no DF serão oito) e recentemente um PDV para demitir ainda mais funcionários e privatizar os serviços prestados pela empresa à população.

Contra todos esses ataques, em defesa da nossa Constituição, da previdência social e por um Estado democrático de direito, precisamos fazer do dia 14 de junho um marco de virada de mesa para os trabalhadores brasileiros, com uma grande paralização nacional que vai impactar o Congresso e sinalizar ao governo que o povo unido jamais será vencido.

Amanhã poderá ser tarde demais, até mesmo pra se arrepender. Esta é nossa hora: precisamos responder à altura todas as afrontas que temos sofrido. Somente a nossa luta nos dará a chance de reverter a situação em que nos encontramos. Ao ficarmos calados, não seremos ouvidos.

É necessário fazer barulho para sermos notados e, a cima de tudo, respeitados. É hora do povo se unir e ocupar as ruas desse país. O primeiro passo é a participação maciça de toda categoria na nossa assembleia, depois, a adesão à greve geral e a manifestação nas ruas pelo direito ao emprego e à cidadania.

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